Uma pessoa atenta às coisas que acontecem no mundo. Procuro ter um olhar periférico e uma percepção apurada, o que em si, não é difícil. Difícil é absorver algo que preste. Então prefiro ter a auto-crítica como companheira. Gosto de gente e de tudo que se relaciona a estes “anjos montados em porcos”, como bem disse Tomás de Aquino. Aprendi a não julgar porque sei que a verdade depende do ponto de vista de quem a vê. Adoro filosofia. E minha maior característica é a curiosidade aliada a uma grande vontade de aprender. Concordo plenamente com o pensamento de Lya Luft quando diz “Embora sejamos tantas vezes bons, magníficos, altruístas, generosos, capazes do belo, até do extraordinário, algo espreita em nós, pronto para o salto, a mordida, o gosto de sangue na boca e o brilho demente no olhar”.
